Brasil se Destaca no E-Commerce

De acordo com o Estudo da Nielsen sobre Comércio Global Conectado, hoje, no Brasil, 9 a cada 10 pessoas (96%) já fizeram compras online alguma vez, sendo um dos mercados de maior crescimento em e-commerce na América Latina, com penetração de 23%. O estudo relata que nos últimos 6 meses os entrevistados adquiriram muito mais bens duráveis que não duráveis. No país, a maioria dos entrevistados (86%) ainda utiliza um computador/notebook para fazer compras. Entretanto, serviços como entrega de alimentos pelos restaurantes se destaca pelo dispositivo móvel (31%). Para pagamento, o cartão de crédito é a opção mais utilizada no Brasil, com (80%).

Comparação de Canais – Os consumidores estão pesquisando online e fisicamente antes de comprar. Nesse contexto, as lojas físicas são exploradas como “showrooms” e os e-commerces como “webroom”, onde a pesquisa acontece em um canal e a compra em outro. “Os varejistas visionários estão aproveitando este momento para adotar uma abordagem integrada, online e offline, que alavanque suas vendas”, comenta Bruna Fallani, líder de Shopper da Nielsen Brasil. No Brasil, a prática “showrooming” se destaca para a compra de produtos eletrônicos, TI & Mobile, alimentos frescos, produtos relacionados à vídeo game e moda. Já em “webrooming”, predominam itens duráveis como eletrônicos, viagens, TI & Mobile e móveis/artigos de decoração.

Fonte: gironews.com

Sem Glúten e Lactose, mas com boas vendas

Mercado de alimentos e bebidas para pessoas com restrição alimentar cresceu quase 20% em 2015

Fonte: www.sm.com.br

Os alimentos e bebidas destinados a pessoas que têm algum tipo de intolerância, como ao glúten e à lactose, cresceram 19,8% em faturamento no ano passado em relação a 2014. Os dados são da consultoria internacional Euromonitor. Entre os fatores que contribuíram para a alta está a diversificação do mercado.

Até dois anos atrás, havia demanda reprimida por esse tipo de produto. As opções se resumiam basicamente ao leite longe vida. Hoje, é possível encontrar doce de leite, queijo, iogurte e creme de leite, como explica Renata Benites Martins, analista de pesquisa da Euromonitor.

O público desses produtos também está crescendo. Se antes os alimentos isentos de glúten ou lactose eram consumidos apenas por quem tinha intolerância, atualmente também atendem às pessoas que procuram uma alimentação mais saudável. O público A e B predomina, mas a procura cresce em outros segmentos. “A classe C também consome esses itens por conta do aumento da exposição nas gôndolas”, explica a executiva.

Com seis lojas na capital paulista, o Emporium São Paulo, oferece cerca de 1.500 itens entre isentos de glúten e lactose, além de orgânicos. Segundo Andrea Veiga, gerente de marketing, as tapiocas e massas são os campeões de vendas, com crescimento médio de 10% no ano passado. Já leite registra alta de 8%.

No Grupo Muffato, 47 lojas no Paraná e interior de São Paulo, as vendas de produtos para quem tem intolerância alimentar subiram 77% no ano passado sobre 2014. Ao todo, são 120 itens no segmento. O que mais cresceu foi o cream cracker Schar, com alta de 339% em 2015, afirma Adilson Corrêa, gerente comercial. Já o Palato Supermercado, três lojas em Maceió, observou um aumento de 32%. A rede tem mais de 100 SKUs à disposição do cliente.

A pesquisa do Euromonitor estima que até 2020 os produtos para quem tem intolerância alimentar crescerão 32%. Afinal, a procura por itens associados à saudabilidade continuará aumentando. Para este ano, os supermercados esperam boas taxas de crescimento. O Emporium acredita em alta de 13%, enquanto o Palato e o Muffato estimam 25% e 40%, respectivamente.

Bom Custo e Ótimo Benefício

É o que os vídeos online oferecem como ferramenta de marketing, desde que sejam bem trabalhados e tenham conteúdo relevante para o cliente

Fonte: www.sm.com.br

Apostar em vídeos pode ser uma maneira interessante para tornar a comunicação com o cliente mais rápida, interativa e eficiente. Afinal, é um formato já bem-aceito pelo público em função da massificação da televisão. O uso de recursos como imagens em movimento, efeitos especiais, cores, trilhas e áudio podem tornar a comunicação de conteúdos mais dinâmica. Essa ferramenta tem grande potencial para ampliar seu alcance, mas é preciso estar atento para desenvolver um produto de qualidade e com conteúdos realmente importantes e valorizados pelos consumidores do seu supermercado.

Pesquisa da ComScore e da Shutterstock mostra que se um vídeo estiver vinculado a um e-mail marketing, a chance de a mensagem ser aberta pelo destinatário cresce 96%. Já em perfis online, as pessoas estão duas vezes mais propensas a vasculhar quando encontram algum vídeo. Por essa razão, as empresas têm apostado cada vez mais nessa ferramenta. Só em 2014, ao menos 36% dos vídeos assistidos pela web apresentavam algum tipo de propaganda, aponta o mesmo estudo. E a tendência é aumentar. Mas, para potencializar o resultado, é preciso entender melhor essa ferramenta.

O mercado (Fontes: ComScore e da Shutterstock, PwC (PricewaterhouseCoopers), IabBrasil, Cisco e estimativas de mercado)

  • 35% dos consumidores brasileiros usam as redes sociais para ver vídeos cujo conteúdo de alguma forma está relacionado a marcas e a produtos
  • 68 milhões de brasileiros assistiram a 11 bilhões de vídeos online, em janeiro de 2014
  • 20% das pessoas assistem a vídeos pela web durante seus trajetos diários
  • Até 2019, o consumo de vídeos pela internet deve triplicar no Brasil
  • 41% é quanto a procura por resultados em vídeos pela internet é maior do que a pesquisa por textos
  • 30% é o aumento gerado por vídeos nas vendas de e-commerce

Vitalizam rápido – Quem gosta do conteúdo de um vídeo adora compartilhá-lo com parentes e amigos por meio das redes sociais, o que significa mais e mais pessoas impactadas. A popularização de aparelhos móveis com acesso à internet, caso de celulares e tablets, também contribui, pois eles permitem assistir a vídeos online em qualquer lugar e a qualquer momento. Estudo da Ooyala revela que 34% dos vídeos assistidos pela internet no último trimestre de 2014 foram executados a partir de dispositivos móveis. Os vídeos se destacam nos mecanismos de buscas online, como o Google, gerando mais visualizações.

Mais vantagens - Um vídeo online ajuda a tornar uma rede ou loja mais conhecida. O mesmo vale para campanhas, serviços, promoções, bem como ações com apelo social e sustentável, por exemplo. A ferramenta ainda ajuda a empresa a desenvolver uma relação mais íntima com os clientes e até manter a marca na memória dos consumidores. Atrair mais clientes para a loja e estimular vendas são mais vantagens. Os vídeos online também agregam valor à imagem da loja, pois são avaliados pelo público como algo inovador.

Alguns cuidados

  • Os vídeos não podem dar a impressão de que são caseiros. Isso significa que não devem ter gravação e edição grosseira, roteiro mal escrito, conteúdo pobre e fontes de informação duvidosas. Caso contrário, não vão transmitir confiança e o impacto será negativo. Se a empresa não tiver um funcionário que tenha experiência ou maior aptidão para a tarefa, uma alternativa é contratar uma produtora para desenvolvê-lo. Esses profissionais podem ajudar em todo processo de produção, como a montagem do roteiro, geração de conteúdo, equipamentos e gravação, além de edição com uso de recursos diferenciados. Mas, caso o orçamento não caiba nas despesas da empresas, é possível criar vídeos mais simples e baratos com uso de câmeras de celulares e programas de edição online. Há diversas opções gratuitas. Outra possibilidade é optar por ferramentas online que oferecem modelos já pré-definidos a preços acessíveis e que ajudam a dar efeito mais profissional. Alguns exemplos: Producteaser, Sola Fria, Stayfilm, Animoto, Stupeflix, GoAnimate, WeVideo, Powtoon. Vale a pena avaliar.
  • Para montar um bom vídeo, a empresa deve, em primeiro lugar, definir o objetivo com a mensagem a ser transmitida. Pode ser reforçar a cultura e os valores; aumentar o tráfego para o portal; desenvolver a marca; divulgar uma campanha, ação social, novo serviço, parceria ou promoção. Um vídeo online pode ser usado até mesmo para recrutar candidatos. O fundamental é que o tema seja positivo e de interesse de quem vai assistir (clientes, fornecedores, funcionários, etc.).
  • Definir o tipo de vídeo que mais se enquadra no objetivo escolhido é o passo seguinte. Pode ser institucional, tutorial, entrevista, talk show, animações entre outros. Vale destacar que o uso de depoimentos de clientes, fornecedores e funcionários dá maior credibilidade às mensagens transmitidas gerando mais engajamento do público.
  • O vídeo tipo viral está na moda. A fórmula ainda não é muito clara, mas tem feito sucesso na internet. É comum o conteúdo ter humor e cenas espontâneas. Mas nada de piadas com os clientes, fornecedores ou do tipo racial e religiosa. Evite ainda envolver questões políticas e polêmicas para não surtir efeito negativo.
  • A duração de cada vídeo marketing deve ser pequena. O ideal é ter até dois minutos, porque na internet as pessoas não têm muita paciência ou tempo para assistir um conteúdo longo. Há ainda o risco de a mensagem não ser visualizada até o fim e, dessa forma, não gerar o resultado esperado.
  • A publicação do conteúdo deve ocorrer tanto no portal, quanto nos blogs da empresa, assim como em seus perfis nas redes sociais (Facebook, grupos de WhatsApp, Linked in, Instagram, Twitter), além das TVs digitais dentro das lojas. É importante que a cada postagem haja intervalos de envio para atingir mais público e em diferentes momentos. Acompanhar os acessos em cada canal ajuda a saber em quais horários ocorrem os picos de acesso e, assim, portar o conteúdo nesses períodos. Estimular os funcionários a compartilhar os vídeos também ajuda que viralizem rapidamente.
  • Criar uma página da empresa no Youtube na qual os vídeos serão publicados é recomendado. O Youtube permite construir uma galeria online dividida por temas, com os vídeos já disponíveis. Isso ajuda o público a encontrar mais facilmente o que procura na página. No portal e nas redes sociais da empresa, por exemplo, é possível usar o link do vídeo já publicado no Youtube. Ele reduz automaticamente o tamanho dos vídeos permitindo que rodem em todas as páginas da internet sem sobrecarregá-las.
  • Trabalhar com palavras chaves na hora de publicar os vídeos no Youtube é válido. Elas fazem parte de um mecanismo de busca na web que ajuda a sugerir um vídeo para mais pessoas. Para identificar os termos que vão gerar mais audiência para o vídeo a dica é utilizar o Google Trends. Essa é uma ferramenta gratuita do Google que mostra quais palavras estão sendo mais buscadas na internet no momento.
  • Acompanhar os resultados de acessos vai ajudar a saber se a ação está dando certo, quais temas geram mais visualizações, quais podem ter sido rejeitados, entre outros. Os acessos podem ser medidos tanto pelo Youtube, quanto pelo Google Analytics, outra ferramenta gratuita do Google, que mapeia tráfego pelas páginas da internet. Ela consegue mapear a origem do acesso. As redes sociais também contam com ferramentas para esse tipo de análise.
  • Responder sempre aos comentários online sobre o conteúdo dos vídeos é um dever da empresa. A recomendação é que a conversa com a audiência seja o mais transparente e positiva possível, a fim de mostrar a preocupação da companhia. Essas dicas vão ajudar sua empresa a tirar maior proveito dos vídeos como ferramenta digital.

Pesquisa Nielsen Aponta Tendências Para o Varejo

O levantamento realizado aponta tendências na América Latina agrupadas em três segmentos: shopper, canais e produtos. O primeiro ponto abordado pela empresa reforça a importância de entendimento do shopper para definir as estratégias comerciais. Nesse ponto, são destacados os Baby Boomers, que é a geração de hoje – entre 50 e 64 anos -, e possui o consumo de 40% de PGC (produto de grande consumo); e os Millennials, que é a geração do futuro – estima-se que no ano de 2018, representarão a metade do consumo global e que em 2025 já sejam 75% da força mundial.

Fidelização do Shoppers - Os programas de fidelidade se institucionalizaram com o decorrer do tempo, convertendo-se hoje em um aspecto que é crucial no momento de ganhar um shopper. 82% dos shoppers asseguram que, provavelmente, escolheriam um varejista que lhes oferecesse um programa de fidelidade. Entretanto, apenas 46% dos varejistas oferecem algum programa, optando mais por descontos, eventos, entre outros. A pesquisa aponta também que os consumidores mudam constantemente de varejista ao encontrarem uma melhor oferta de preços (42%), outros buscam produtos com melhor qualidade (28%), melhor serviço (18%), melhor sortimento (7%) e melhores características (3%).

E-Commerce - O comércio eletrônico cresce mundialmente a uma taxa de 23% e parte significativa de consumidores globais estão dispostos a fazer suas compras em supermercados online. O mercado que mais acendeu no e-commerce, no último ano, foi a Ásia – Pacífico, seguida pela América Latina, que cresce a taxas de 21,5%, sendo o Brasil o país que mais impulsiona o crescimento, seguido pelo México. 9% dos compradores globais usam cupons virtuais e baixam os aplicativos dos varejistas para receberem informações e/ou promoções. Na América Latina, a média é de 10%, mas com possibilidades de crescer até 64%, de acordo com o Estudo Global de e-commerce da Nielsen.

Marcas Próprias - A marca própria representa, em nível global, 16,5% das vendas, de acordo com o Reporte Global Nielsen. Com 45%, a Suíça lidera o ranking de produtos de marca própria. Na América Latina, a líder em vendas é a Colômbia, com 15%, embora se tenha constatado crescimento em todos os países medidos pela Nielsen neste reporte (Argentina, Chile, Brasil, México, Venezuela, Peru). 81% dos consumidores preferem que a localização das marcas próprias seja ao lado das marcas comerciais, para assim encontrá-las mais facilmente. Outro dado aponta que 71% dos consumidores comprariam mais dessas marcas se houvesse maior variedade na oferta e 34% consideram que há uma excelente relação entre preço e qualidade.

Saudáveis - 51% dos entrevistados no Estudo Nielsen sobre Saúde e Bem-Estar consideram que estão acima do peso e 70% dos mesmos estão realizando algum tipo de dieta ou exercício físico para diminuí-lo. Esta é uma das razões pela qual a cesta de Saudáveis, ou Alimentos e Bebidas que têm benefícios funcionais ou representam um consumo mais light, cresce cada dia mais regionalmente.

Fonte: www.gironews.com

Mulheres com até 30 anos consumirão mais suplementos e menos açúcar

Fonte: www.sm.com.br (Supermercado Moderno)

Muito preocupadas com a saúde e em manter o corpo em forma, as consumidoras com menos de 30 anos (e dinheiro para gastar) querem bem mais do que alimentos frescos e naturais. Elas tendem a colocar mais suplementos alimentares em seu carrinho de compras e a consumir menos alimentos com açúcar. Os dados são da pesquisa Tendências Globais de Consumo, da Euromonitor International. “Cerca de 71% das jovens tomam suplementos alimentares. Isso indica que existe um potencial significativo para atingir esse grupo”, afirma Gina Westbrook, diretora de briefings de estratégia da Euromonitor, em Londres. Confira a entrevista.

A pesquisa mostra que as jovens querem uma alimentação saudável e ter um corpo em forma. Como elas estão agindo para alcançar isso?

Elas desejam produtos com nenhum ou muito poucos ingredientes artificiais e exigem mais transparência da indústria no que diz respeito à origem dos alimentos. O interessante é que as mulheres estão preocupadas com um corpo saudável mas não querem depender mais de “curas milagrosas”. Elas desejam uma boa nutrição e prestam mais atenção aos rótulos dos alimentos. As jovens apontam, por exemplo, que reduzem a ingestão dos produtos ricos em açúcares adicionados, como bebidas açucaradas. A pesquisa também mostra que as jovens serão mais críticas com relação a alimentos sem carne, devido às preocupações com o bem-estar dos animais, a sustentabilidade ambiental e a saúde pessoal.

Conforme o estudo, as mulheres nunca estiveram tão envolvidas com a prática esportiva. Há potencial para elevar o consumo de vitaminas e suplementos, entre outros alimentos?

A pesquisa aponta que cerca de 71% das mulheres com idade inferior a 30 anos tomam suplementos para melhorar a saúde e conquistar um corpo inspirado no das celebridades fitness. Isso sugere que existe um potencial significativo para atingir esse grupo de consumidoras com a venda de suplementos de saúde adaptados. No futuro, poderemos ver mais formulações desenvolvidas com apelo para as mulheres jovens. A nutrição esportiva é também uma área de rápido crescimento, com vendas globais subindo 52% em valor constante entre 2009 e 2014. No entanto, ainda há poucos produtos de nutrição desportiva que atendem as necessidades nutricionais específicas das mulheres.

O que você poderia dizer sobre as jovens consumidoras brasileiras?

As percepções de saúde variam em cada País. No Brasil, apuramos que cerca de 40% das mulheres jovens se consideram muito saudáveis. O aumento dos níveis de educação e um maior acesso à informação médica e nutricional – por meio de artigos e da mídia – estão começando a ajudar as consumidoras a entender melhor a relação entre dieta e saúde, especialmente nas crescentes classes médias.

Como essas mudanças que acontecem impactam o mercado de consumo?

No mundo, as mulheres jovens – por volta dos 30 ou 40 anos – estão se tornando economicamente mais poderosas, devido à crescente tendência de dar continuidade à educação, obter um emprego e retardar o casamento e a constituição de uma família. Isso traz oportunidades em uma variedade de mercados, como os de saúde, bem-estar e de roupas esportivas.

3 desafios que você precisa vencer para garantir mais vendas na Páscoa

A cada ano, a Páscoa exige mais e mais planejamento. Para ajudá-lo, trazemos uma pesquisa da Kantar Worldpanel sobre consumo na data - Sonho, emoção, fantasia. É assim que a Páscoa deve ser nos supermercados. É preciso trazer a criança para dentro da loja. Ao fazer isso, os pais virão junto, mesmo preferindo cada vez mais outros canais de venda. Afinal, o ovo que a criança deseja, com seu personagem favorito, só pode ser encontrado no varejo alimentar. É o que mostra pesquisa do instituto Kantar Worldpanel, que compara o comportamento do consumidor na data em 2015 em relação ao ano anterior. Esses hábitos indicam alguns desafios que os supermercadistas precisam vencer neste ano para dar impulso às vendas. Para isso, além das principais conclusões do estudo, você encontra, após o final desta matéria, algumas dicas de decoração para mexer com a imaginação dos clientes no período. Segundo o levantamento da Kantar Worldpanel, na última Páscoa, os ovos industrializados – aqueles vendidos sobretudo em supermercados – cresceram em volume 2,1%, enquanto o mercado total teve uma alta de 5,3%, puxada pelas chocolaterias. Para ajustar as compras, uma primeira recomendação é analisar, em parceria com os fornecedores, como ficará a demanda neste ano. Deve-se ainda avaliar como ele pode ajudar a tornar sua loja mais atrativa para a clientela. Avalie ainda, com as indústrias – sempre cruzando com dados do seu supermercado – as principais informações do estudo sobre Páscoa da Kantar Worldpanel. Elas irão ajudá-lo a entender as tendências de comportamento do consumidor.

1º desafio: Sortimento – Ovo licenciado é o maior diferencial para o varejo alimentar - Os ovos menores, com 100 g a 350 g, se destacaram no estudo realizado pela Kantar Worldpanel. Na última Páscoa, entre esses produtos, os que mais cresceram foram aqueles com 100 g a 150 g, cuja alta foi de 18% em volume, e os da faixa de 251 g a 350 g, com aumento de 18,7%. Em valor, as variações foram de 32% e 39%, respectivamente. Segundo João Paulo Ferri, diretor de account do instituto, esses tamanhos correspondem aos licenciados de personagens e marcas com apelo infantil. Para ele, esses itens são uma opção importante, que vêm se destacando ao longo do tempo no segmento de industrializados. Por essa razão, acredita o executivo, o supermercadista deve avaliar a possibilidade de reforçar ainda mais o sortimento com itens desejados pelo público infanto-juvenil. Estar antenado com os personagens preferidos das crianças que frequentam sua loja ajuda a definir o mix do período. Também há licenciados que costumam agradar os adultos, já que os personagens também fizeram parte de sua infância. É o caso dos heróis clássicos das histórias em quadrinhos. Somam-se a isso versões que trazem brindes (como canecas), que são adquiridas para presentear. Aproveite para vender outros produtos complementares que também têm a ver com os personagens dos ovos, como biscoitos, bebidas ou mesmo brinquedos. Quem trabalha com essa categoria, aliás, tem aí um boa oportunidade.

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2º desafio: Inovações – Ovo com dois sabores é o que mais cresceu na última Páscoa – Identificar as novidades mais bem aceitas pelo público é outro aspecto importante. O estudo da Kantar indicou que, em 2015, destacaram-se os sabores “híbridos”: meio branco e meio preto. Sua participação de mercado em volume saiu de 6,9% em 2014 para 9,9% no ano passado. “Para o consumidor, o ovo duplo representa a possibilidade de comprar um ovo, mas na prática ter ‘dois’. Esse tipo de produto traz diferencial para a categoria e, consequentemente, uma margem mais elevada”, explica Ferri, da Kantar. Portanto, é preciso avaliar quais serão os lançamentos que tendem a ser realmente inovadores neste ano. Mas isso não significa que o varejista possa ignorar os tradicionais ao leite, cuja participação ainda é de 72% no mercado, além de outras versões.

20160119_cat_desafios_pascoa_grafico_participacao3º desafio: Competição – Preço baixo é insuficiente para concorrer com as chocolateiras – Mesmo com preços superiores, as chocolaterias vendem mais. Segundo pesquisa da Kantar, essas lojas elevaram o valor médio/kg em 11% na última Páscoa. Ainda assim aumentaram em 35% as vendas no período. Já os ovos industrializados tiveram os preços reajustados em apenas 2%, mesmo percentual de crescimento no mercado. “Hoje as chocolaterias vendem mais que um chocolate, elas vendem presentes. Assim, os supermercadistas precisam oferecer lançamentos e versões diferenciadas, como mousse para comer de colher, meio a meio e itens que despertem o desejo de presentear e ser presenteado. Nesse aspecto, o marketing tem que ser criativo para gerar demanda incremental”, afirma Ferri, da Kantar Worldpanel.Daí a importância de aproveitar todos os canais de comunicação com o cliente para divulgar as opções de presentes e os licenciados infantis que existem no supermercado. Além dos veículos tradicionais, é possível usar as redes sociais, estimulando o compartilhamento dos posts. Ações na loja com apelo à emoção também podem diferenciar o ponto de venda. Outro segmento que as chocolaterias trabalham bem é o de formatos diferentes, como os corações, coelhinhos e cenourinhas de chocolate. Segundo Ferri, as indústrias, na maioria das vezes, não focam esses formatos, por questões de estratégia. Mas os supermercados que têm marca própria ou exclusiva podem firmar parcerias com fabricantes para oferecer essas versões. O importante é o varejista ganhar a simpatia de adultos e crianças.

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Fonte: www.sm.com.br (Supermercado Moderno)

Geração Millennials

Um estudo global, realizado pela Goldman Sachs e divulgado pela Tetra Pak no Brasil com exclusividade ao Portal Giro News do dia 21/12, analisou a geração “Millennials”, também conhecida como “Geração Y”, que gasta cerca de US$ 600 bilhões por ano. Esse grupo está pronto para remodelar a economia e mostrar ao mercado um novo jeito de comprar e vender, forçando uma avaliação das empresas sobre como trabalhão nas próximas décadas. Confira nas notas a seguir diversos detalhes sobre o estudo, com informações preciosas para que você se prepare para este novo perfil, que cada vez toma mais decisões de compra no PDV.

Perfil dos “Millennials”:
Presente na faixa-etária entre 20 e 35 anos, essa é a primeira geração que só conhece o mundo globalizado, capaz de transformar 3 mil quilômetros em dois, com amigos e pretensões de estudo e trabalho fora do país de origem. Os millennials são mais dependentes e conectados que qualquer outra geração. Mais de 84% possuem smartphone e, com isso, esperam que as marcas estejam igualmente conectadas. Eles enxergam a atividade online como um importante complemento para o mundo offline e 54% declaram que as redes sociais contribuem para os relacionamentos com amigos e família.

Perfil de Consumo:
Essa geração sempre busca novos produtos e serviços. 65% dos Millennials nos Estados Unidos afirmaram que tinham interesse em testar todas as novidades, de ópera a uma escalada, contra 39% de outras gerações. Eles buscam por refeições (comidas e bebidas) rápidas e simples. São compradores experientes que sabem bem avaliar o preço e a qualidade do produto. Inclusive, 41% deles dizem estar dispostos a pagar mais por produtos que facilitem suas vidas. Além disso, eles querem ser mais sustentáveis, com 53% afirmando que gostariam de fazer mais pelo meio ambiente.

Embalagens:
Consumidores Millennials buscam cinco atributos-chave nos produtos: 1 – o aspecto da embalagem; 2 – se o manuseio e transporte é fácil; 3 – se é prático para beber e comer diretamente; 4 – se a embalagem pode ser fechada novamente; 5 – se o produto é sustentável. Para embalagens desenvolvidas para o consumo fora de casa, conveniência é um fator chave. Essa geração espera tanto portabilidade, e uma fácil experiência, quanto resistência da embalagem. Por fim, vale ressaltar que os Millennials buscam produtos ecologicamente corretos e pagam a mais por eles.

Hábitos Alimentares:
Segundo o estudo, um dos mercados mais impactados por esse novo perfil de consumidor é o de alimentos. Os Millennials gastam bastante tempo comprando comida e cerca de 58% cozinham por prazer, pelo menos uma vez na semana. Mais do que qualquer grupo, essa geração é apaixonada por cozinhar e, particularmente, experimentar nos ingredientes e sabores. Ela também está cada vez mais dependente de tecnologias como smartphones e tablets para pesquisar e comprar seus itens. A preocupação com a saudabilidade também merece destaque. Mais da metade (51%) diz evitar fast food e 63% usam comidas e bebidas como forma de melhorar sua saúde.

Os 41 Alimentos Mais Nutritivos

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Consumir alimentos mais nutritivos traz benefícios como a melhora da saúde e o funcionamento do organismo como um todo, aumenta a energia e a disposição, além de deixar a pele mais bonita também. Mas como saber o que escolher nos supermercados? Primeiro, antes de encher o carrinho de compras nas prateleiras dos produtos industrializados, pare na seção de frutas, legumes e verduras. É ali que estarão os alimentos mais nutritivos, cheios de vitaminas, minerais, proteínas e gorduras saudáveis para o seu corpo. Quanto maior a concentração destes nutrientes por calorias, mais saudável e mais benéfica será a alimentação para o funcionamento do organismo. Uma pesquisa da William Paterson University, em New Jersey (EUA), criou um método para analisar os vegetais por seus nutrientes e chegou a essa lista com base na densidade nutricional (quantidade de nutrientes x quantidade de calorias) de cada um. De acordo com a Organização para a Alimentação e Agricultura das Nações Unidas e do Instituto de Medicina, são 17 os nutrientes de suma importância para a saúde: potássio, fibras, proteínas, cálcio, ferro, tiamina, riboflavina, niacina, ácido fólico, zinco e vitaminas A, B6, B12, C, D, E e K. Para entrar na lista dos alimentos mais nutritivos, cada um dos alimentos analisados deveria conter 10% ou mais do valor diário recomendado de cada um dos nutrientes citados. A pontuação foi calculada com alimentos de baixas calorias e ponderada com base na biodisponibilidade de cada nutriente, ou seja, quanto o corpo pode absorver deste nutriente em forma de alimento. Assim, surgiu a lista dos 41 alimentos mais nutritivos, que você confere abaixo, classificados por seu teor de fibras, potássio, proteínas, cálcio, ácido fólico, vitamina B12, vitamina A, vitamina D e outros nutrientes, por ordem de densidade de nutrientes. Os alimentos que são ricos em nutrientes e com menos calorias estão no topo. Fonte: fi-events.com.br

1. Agrião
2. Couve chinesa
3. Acelga
4. Folha de beterraba
5. Espinafre
6. Chicória
7. Alface lisa
8. Salsa
9. Alface romana
10. Couve-galega (a mais conhecida no Brasil)
11. Folha de nabo
12. Folha de mostarda
13. Endívia
14. Cebolinha-francesa
15. Couve-de-folhas
16. Folhas de dente-de-leão
17. Pimenta vermelha
18. Rúcula
19. Brócolis
20. Abóbora
21. Couve de Bruxelas
22. Cebolinha
23. Couve-rábano
24. Couve-flor
25. Repolho
26. Cenoura
27. Tomate
28. Limão
29. Alface americana
30. Morango
31. Rabanete
32. Outras abóboras (do tipo pescoço, japonesa e espaguete)
33. Laranja
34. Lima
35. Toranja/pomelo (rosa / vermelho)
36. Nabo redondo
37. Nabo
38. Amora preta
39. Alho-poró
40. Batata-doce
41. Toranja (branca)

ABICAB Apresenta Pesquisa DATAFOLHA Sobre Amendoim

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Para a imensa maioria dos brasileiros, os produtos de amendoim são de excelente qualidade, fazem bem à saúde e podem ser utilizados em uma dieta nutricional. Esses foram alguns dos resultados obtidos pela pesquisa encomendada pela ABICAB a Datafolha, que entrevistou 2.095 brasileiros das cinco regiões do País em 2015. O objetivo era conhecer a opinião do consumidor sobre o amendoim e seus derivados.

A pesquisa foi realizada em 2015, em 132 municípios (sendo 21 capitais), atualizando dados coletados anteriormente, em 2010. Representantes do Datafolha apresentaram o estudo durante a Assembleia do setor, no dia 28 de outubro, na sede da ABICAB. Os associados também receberam o material e um link, para consultar os dados via software, que poderá ser utilizado em caráter confidencial e interno por cada empresa. A divulgação da pesquisa à imprensa será feita pela ABICAB neste mês de novembro.

“Os resultados da pesquisa são uma ferramenta estratégica, pois refletem a opinião do consumidor, trazendo informações e aprendizados muito importantes para a indústria. Chama a atenção o quanto o grão é bem avaliado e relacionado à saúde e ao bem-estar. Essa é uma conquista do ótimo trabalho dos fabricantes bem como da atuação da ABICAB, que promove os atributos do amendoim na imprensa e nas mídias sociais”, avalia o vice-presidente de Amendoim da entidade, André Guedes. Foto: abicab.org.br

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