HOLANDESES PROJETAM O FORMATO PERFEITO PARA O CHOCOLATE

Porcentagem e qualidade do cacau, ingredientes, crocância, textura. Diversos fatores podem influenciar na qualidade de um chocolate. Mas, para além desses, cientistas holandeses investigaram um outro critério que pode ser vital para a experiência: o formato do produto.

Pesquisadores da Universidade de Amsterdã, Delft University e Unilever, na Holanda, descobriram que a sensação de mastigar o chocolate pode ser projetada para ficar ainda mais prazerosa.

Os cientistas criaram um um protótipo exótico feito de chocolate, e na sequência, fizeram uma série de estudos para entender como funciona o processo pós mordida do alimento.

Não parece, mas é um processo complexo, que inclui os ângulos de mastigação e em quantos pedaços ele deve quebrar para ser perfeito. Outro ponto importante é como acontece sua dispersão na boca após o impacto.

Segundo pesquisadores, o simples ato de aquecer e resfriar pode transformar um chocolate macio em um chocolate muito mais quebradiço, ou vice-versa. É o que a gastronomia chama de “temperagem” de chocolate, que pode alterar sua textura. Este foi o primeiro ponto a ser resolvido.

Para começar, os cientistas aqueceram chocolate cuidadosamente e foram adicionando chocolate frio para resfria-lo novamente. Após o processo, o alimento foi colocado em uma impressora 3D. Nela, os pesquisadores imprimiram algumas formas do chocolate.

A primeira dessas formas, como você pode ver na imagem abaixo, foi feita em formato “mola” — ou um intestino, como queira –, como você pode ver abaixo. O objetivo era testar como esse material quebraria, e como essa quebra seria sentida na boca.

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Segundo os pesquisadores, quando o chocolate foi pressionado de cima, ocorreram muitas rachaduras. Mas, quando pressionado na direção perpendicular (com um ângulo de 90° entre dente e chocolate) foi notado apenas uma única rachadura.

O teste mostrou que a melhor sensação foi com a primeira mordida, com várias rachaduras. Afina, as pessoas tendem a gostas de coisas que estalam na boca, algo que dá a sensação de crocância.

Diante desse resultado, os pesquisadores chegaram a conclusão que é possível projetar alimentos e chocolates que trazem essa sensação e tenham esse tipo de formato.

Segundo comunicado da universidade de Amsterdã, este é o primeiro estudo já realizado com um material comestível do tipo. Quanto tempo vai demorar até que você tenha chocolates com essa aparência nas plateleiras do mercado, ainda é muito cedo para dizer. Mas uma coisa é fato: já temos pistas de como tornar o chocolate ainda mais gostoso.

Fonte: https://gizmodo.uol.com.br/holandeses-projetam-o-formato-perfeito-para-o-chocolate/

Ital e Unicamp obtêm patente de processo que prolonga a qualidade visual do chocolate

Fat bloom afeta qualidade visual do chocolate (crédito: Antonio Carriero/Ital)

Fat bloom afeta qualidade visual do chocolate (crédito: Antonio Carriero/Ital)

Todo consumidor de chocolate já deve ter se deparado com um aspecto esbranquiçado do produto ao abrir a embalagem. Resultado da fusão e recristalização da gordura na superfície (fat bloom) devido à oscilação da temperatura, essa alteração na aparência não afeta a segurança microbiológica, mas pode influenciar a decisão de consumo, levando até mesmo ao descarte. Para evitar tal problema, o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) descobriram um novo processo utilizando lecitina hidroxilada de soja que quase triplica o tempo de manutenção de cor, brilho, textura e sabor do chocolate.

“Levando-se em consideração não só o processo produtivo, mas também a formulação e as condições de aplicação, obtivemos sucesso em prolongar o controle de mudanças na forma cristalina (transição polimórfica) de 21 para 62 dias em produtos com manteiga de cacau e com característica mais soft, como são classificados os chocolates brasileiros. Em vez de adicionar a lecitina padrão de soja, emulsificante que já vem sendo utilizado com esse fim, trabalhamos com uma lecitina modificada, obtida por hidroxilação parcial”, explica Valdecir Luccas, pesquisador do Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolate (Cereal Chocotec) do Ital, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

À frente de PD&I de chocolates no Ital, Luccas é um dos inventores da patente

À frente de PD&I de chocolates no Ital, Luccas é um dos inventores da patente

Segundo Luccas, um dos inventores da patente recém-concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), o processamento alternativo com a lecitina hidroxilada melhorou as propriedades de emulsão. “O aumento de quase três vezes na estabilidade da fase gordurosa presente no chocolate, período em que não há o surgimento da cor esbranquiçada na superfície do produto, beneficia não só os fabricantes, que ganham maior flexibilidade na logística de distribuição do produto, como também os pontos de venda, que podem comercializar por mais tempo produtos atraentes ao consumidor”, ressalta.

Além do pesquisador do Ital, são responsáveis pela descoberta Theo Guenter Kieckbusch (in memoriam), professor aposentado da Unicamp, e Eriksen Koji Miyasaki, bolsista de mestrado da instituição à época do depósito da patente, ocorrido em outubro de 2014, publicado em agosto de 2017 e finalmente concedido no início deste ano (BR 10 2014 025659-8).

Fonte: https://ital.agricultura.sp.gov.br/noticia/ital-e-unicamp-obtem-patente-de-processo-que-prolonga-a-qualidade-visual-do-chocolate

Understanding American premium chocolate consumer perception of craft chocolate and desirable product attributes using focus groups and projective mapping

Penn State College of Agricultural Sciences, USA

Allison L. BrownID(1), Alyssa J. BakkeID(1,2), Helene HopferID(1,2)

(1) Department of Food Science, The Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania, United States of America, (2) Sensory Evaluation Center, The Pennsylvania State University, University Park, Pennsylvania, United States of America

Foi publicado no dia 04 de novembro de 2020, no site do Journal Plos One (https://journals.plos.org), a pesquisa “Understanding American premium chocolate consumer perception of craft chocolate and desirable product attributes using focus groups and projective mapping”, realizada pela Penn State College of Agricultural Sciences, USA.

A pesquisa é uma interessante abordagem da percepção do consumidor americano sobre o chocolate bean-to-bar e outros tipos de chocolate.

Pesquisa no link abaixo:

journal.pone.0240177

ou

https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0240177

 

12ª edição do Encontro Sabores e Saberes

A 12ª edição do Encontro Sabores e Saberes ocorrerá entre os dias 17 e 18 de setembro de 2020, ano em que a UFRJ completa 100 anos de existência. O tema central da 12º Encontro Sabores e Saberes será “Perdas e desperdícios de alimentos- da produção ao prato” conjugando o tema às propostas temáticas das Nações Unidas que decretaram 2020 como o Ano Internacional da Fitossanidade, entendendo que as perdas e os desperdícios de alimentos têm impacto negativo para a economia global, para a população e para o meio ambiente do planeta. O Encontro é uma realização do Instituto de Nutrição Josué de Castro e da Agência UFRJ de Inovação, com o apoio do Sistema de Alimentação da UFRJ, com apoio do Sistema de Alimentação/Restaurantes Universitários e da Pró-reitoria de Extensão da UFRJ. 

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A programação completa do evento está em http://saboresesaberes.injc.ufrj.br.

Nosso pôster, abaixo, pode ser também acessado em http://saboresesaberes.injc.ufrj.br/wp-content/uploads/2020/08/Poster-T-15_page-0001-min-768×1024.jpg. O artigo completo está disponível aqui no nosso site (http://mfsp.com.br/noticias/).

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Os Melhores Ovos de Páscoa 2019 – Paladar

Na 5ª feira, 11 de abril de 2019, foi divulgado o resultado da 14ª degustação de Páscoa do Paladar [Jornal Estado de São Paulo]. Os 60 ovos, das 5 categorias, foram degustados as cegas por um time de 11 jurados, elegendo os 3 melhores de cada uma das categoria.

Os números da megatradicional degustação, maior referência do Brasil:

  • 390ovosna seleção inicial
  • 20kgsdechocolatedegustadosemuma tarde
  • R$22,99 foi o preço do ovos mais barato [o 70% cacau da Arcor]
  • R$520,00foi o preço do ovo mais cara da prova [o Castanduiada Juliana Badaró]

Os vencedores estão no link abaixo:

Paladar2019

Acesso o resultado completo em:

https://infograficos.estadao.com.br/listas/paladar/melhores-ovos-pascoa-2019/

Brasil se Destaca no E-Commerce

De acordo com o Estudo da Nielsen sobre Comércio Global Conectado, hoje, no Brasil, 9 a cada 10 pessoas (96%) já fizeram compras online alguma vez, sendo um dos mercados de maior crescimento em e-commerce na América Latina, com penetração de 23%. O estudo relata que nos últimos 6 meses os entrevistados adquiriram muito mais bens duráveis que não duráveis. No país, a maioria dos entrevistados (86%) ainda utiliza um computador/notebook para fazer compras. Entretanto, serviços como entrega de alimentos pelos restaurantes se destaca pelo dispositivo móvel (31%). Para pagamento, o cartão de crédito é a opção mais utilizada no Brasil, com (80%).

Comparação de Canais – Os consumidores estão pesquisando online e fisicamente antes de comprar. Nesse contexto, as lojas físicas são exploradas como “showrooms” e os e-commerces como “webroom”, onde a pesquisa acontece em um canal e a compra em outro. “Os varejistas visionários estão aproveitando este momento para adotar uma abordagem integrada, online e offline, que alavanque suas vendas”, comenta Bruna Fallani, líder de Shopper da Nielsen Brasil. No Brasil, a prática “showrooming” se destaca para a compra de produtos eletrônicos, TI & Mobile, alimentos frescos, produtos relacionados à vídeo game e moda. Já em “webrooming”, predominam itens duráveis como eletrônicos, viagens, TI & Mobile e móveis/artigos de decoração.

Fonte: gironews.com

Sem Glúten e Lactose, mas com boas vendas

Mercado de alimentos e bebidas para pessoas com restrição alimentar cresceu quase 20% em 2015

Fonte: www.sm.com.br

Os alimentos e bebidas destinados a pessoas que têm algum tipo de intolerância, como ao glúten e à lactose, cresceram 19,8% em faturamento no ano passado em relação a 2014. Os dados são da consultoria internacional Euromonitor. Entre os fatores que contribuíram para a alta está a diversificação do mercado.

Até dois anos atrás, havia demanda reprimida por esse tipo de produto. As opções se resumiam basicamente ao leite longe vida. Hoje, é possível encontrar doce de leite, queijo, iogurte e creme de leite, como explica Renata Benites Martins, analista de pesquisa da Euromonitor.

O público desses produtos também está crescendo. Se antes os alimentos isentos de glúten ou lactose eram consumidos apenas por quem tinha intolerância, atualmente também atendem às pessoas que procuram uma alimentação mais saudável. O público A e B predomina, mas a procura cresce em outros segmentos. “A classe C também consome esses itens por conta do aumento da exposição nas gôndolas”, explica a executiva.

Com seis lojas na capital paulista, o Emporium São Paulo, oferece cerca de 1.500 itens entre isentos de glúten e lactose, além de orgânicos. Segundo Andrea Veiga, gerente de marketing, as tapiocas e massas são os campeões de vendas, com crescimento médio de 10% no ano passado. Já leite registra alta de 8%.

No Grupo Muffato, 47 lojas no Paraná e interior de São Paulo, as vendas de produtos para quem tem intolerância alimentar subiram 77% no ano passado sobre 2014. Ao todo, são 120 itens no segmento. O que mais cresceu foi o cream cracker Schar, com alta de 339% em 2015, afirma Adilson Corrêa, gerente comercial. Já o Palato Supermercado, três lojas em Maceió, observou um aumento de 32%. A rede tem mais de 100 SKUs à disposição do cliente.

A pesquisa do Euromonitor estima que até 2020 os produtos para quem tem intolerância alimentar crescerão 32%. Afinal, a procura por itens associados à saudabilidade continuará aumentando. Para este ano, os supermercados esperam boas taxas de crescimento. O Emporium acredita em alta de 13%, enquanto o Palato e o Muffato estimam 25% e 40%, respectivamente.

Bom Custo e Ótimo Benefício

É o que os vídeos online oferecem como ferramenta de marketing, desde que sejam bem trabalhados e tenham conteúdo relevante para o cliente

Fonte: www.sm.com.br

Apostar em vídeos pode ser uma maneira interessante para tornar a comunicação com o cliente mais rápida, interativa e eficiente. Afinal, é um formato já bem-aceito pelo público em função da massificação da televisão. O uso de recursos como imagens em movimento, efeitos especiais, cores, trilhas e áudio podem tornar a comunicação de conteúdos mais dinâmica. Essa ferramenta tem grande potencial para ampliar seu alcance, mas é preciso estar atento para desenvolver um produto de qualidade e com conteúdos realmente importantes e valorizados pelos consumidores do seu supermercado.

Pesquisa da ComScore e da Shutterstock mostra que se um vídeo estiver vinculado a um e-mail marketing, a chance de a mensagem ser aberta pelo destinatário cresce 96%. Já em perfis online, as pessoas estão duas vezes mais propensas a vasculhar quando encontram algum vídeo. Por essa razão, as empresas têm apostado cada vez mais nessa ferramenta. Só em 2014, ao menos 36% dos vídeos assistidos pela web apresentavam algum tipo de propaganda, aponta o mesmo estudo. E a tendência é aumentar. Mas, para potencializar o resultado, é preciso entender melhor essa ferramenta.

O mercado (Fontes: ComScore e da Shutterstock, PwC (PricewaterhouseCoopers), IabBrasil, Cisco e estimativas de mercado)

  • 35% dos consumidores brasileiros usam as redes sociais para ver vídeos cujo conteúdo de alguma forma está relacionado a marcas e a produtos
  • 68 milhões de brasileiros assistiram a 11 bilhões de vídeos online, em janeiro de 2014
  • 20% das pessoas assistem a vídeos pela web durante seus trajetos diários
  • Até 2019, o consumo de vídeos pela internet deve triplicar no Brasil
  • 41% é quanto a procura por resultados em vídeos pela internet é maior do que a pesquisa por textos
  • 30% é o aumento gerado por vídeos nas vendas de e-commerce

Vitalizam rápido – Quem gosta do conteúdo de um vídeo adora compartilhá-lo com parentes e amigos por meio das redes sociais, o que significa mais e mais pessoas impactadas. A popularização de aparelhos móveis com acesso à internet, caso de celulares e tablets, também contribui, pois eles permitem assistir a vídeos online em qualquer lugar e a qualquer momento. Estudo da Ooyala revela que 34% dos vídeos assistidos pela internet no último trimestre de 2014 foram executados a partir de dispositivos móveis. Os vídeos se destacam nos mecanismos de buscas online, como o Google, gerando mais visualizações.

Mais vantagens - Um vídeo online ajuda a tornar uma rede ou loja mais conhecida. O mesmo vale para campanhas, serviços, promoções, bem como ações com apelo social e sustentável, por exemplo. A ferramenta ainda ajuda a empresa a desenvolver uma relação mais íntima com os clientes e até manter a marca na memória dos consumidores. Atrair mais clientes para a loja e estimular vendas são mais vantagens. Os vídeos online também agregam valor à imagem da loja, pois são avaliados pelo público como algo inovador.

Alguns cuidados

  • Os vídeos não podem dar a impressão de que são caseiros. Isso significa que não devem ter gravação e edição grosseira, roteiro mal escrito, conteúdo pobre e fontes de informação duvidosas. Caso contrário, não vão transmitir confiança e o impacto será negativo. Se a empresa não tiver um funcionário que tenha experiência ou maior aptidão para a tarefa, uma alternativa é contratar uma produtora para desenvolvê-lo. Esses profissionais podem ajudar em todo processo de produção, como a montagem do roteiro, geração de conteúdo, equipamentos e gravação, além de edição com uso de recursos diferenciados. Mas, caso o orçamento não caiba nas despesas da empresas, é possível criar vídeos mais simples e baratos com uso de câmeras de celulares e programas de edição online. Há diversas opções gratuitas. Outra possibilidade é optar por ferramentas online que oferecem modelos já pré-definidos a preços acessíveis e que ajudam a dar efeito mais profissional. Alguns exemplos: Producteaser, Sola Fria, Stayfilm, Animoto, Stupeflix, GoAnimate, WeVideo, Powtoon. Vale a pena avaliar.
  • Para montar um bom vídeo, a empresa deve, em primeiro lugar, definir o objetivo com a mensagem a ser transmitida. Pode ser reforçar a cultura e os valores; aumentar o tráfego para o portal; desenvolver a marca; divulgar uma campanha, ação social, novo serviço, parceria ou promoção. Um vídeo online pode ser usado até mesmo para recrutar candidatos. O fundamental é que o tema seja positivo e de interesse de quem vai assistir (clientes, fornecedores, funcionários, etc.).
  • Definir o tipo de vídeo que mais se enquadra no objetivo escolhido é o passo seguinte. Pode ser institucional, tutorial, entrevista, talk show, animações entre outros. Vale destacar que o uso de depoimentos de clientes, fornecedores e funcionários dá maior credibilidade às mensagens transmitidas gerando mais engajamento do público.
  • O vídeo tipo viral está na moda. A fórmula ainda não é muito clara, mas tem feito sucesso na internet. É comum o conteúdo ter humor e cenas espontâneas. Mas nada de piadas com os clientes, fornecedores ou do tipo racial e religiosa. Evite ainda envolver questões políticas e polêmicas para não surtir efeito negativo.
  • A duração de cada vídeo marketing deve ser pequena. O ideal é ter até dois minutos, porque na internet as pessoas não têm muita paciência ou tempo para assistir um conteúdo longo. Há ainda o risco de a mensagem não ser visualizada até o fim e, dessa forma, não gerar o resultado esperado.
  • A publicação do conteúdo deve ocorrer tanto no portal, quanto nos blogs da empresa, assim como em seus perfis nas redes sociais (Facebook, grupos de WhatsApp, Linked in, Instagram, Twitter), além das TVs digitais dentro das lojas. É importante que a cada postagem haja intervalos de envio para atingir mais público e em diferentes momentos. Acompanhar os acessos em cada canal ajuda a saber em quais horários ocorrem os picos de acesso e, assim, portar o conteúdo nesses períodos. Estimular os funcionários a compartilhar os vídeos também ajuda que viralizem rapidamente.
  • Criar uma página da empresa no Youtube na qual os vídeos serão publicados é recomendado. O Youtube permite construir uma galeria online dividida por temas, com os vídeos já disponíveis. Isso ajuda o público a encontrar mais facilmente o que procura na página. No portal e nas redes sociais da empresa, por exemplo, é possível usar o link do vídeo já publicado no Youtube. Ele reduz automaticamente o tamanho dos vídeos permitindo que rodem em todas as páginas da internet sem sobrecarregá-las.
  • Trabalhar com palavras chaves na hora de publicar os vídeos no Youtube é válido. Elas fazem parte de um mecanismo de busca na web que ajuda a sugerir um vídeo para mais pessoas. Para identificar os termos que vão gerar mais audiência para o vídeo a dica é utilizar o Google Trends. Essa é uma ferramenta gratuita do Google que mostra quais palavras estão sendo mais buscadas na internet no momento.
  • Acompanhar os resultados de acessos vai ajudar a saber se a ação está dando certo, quais temas geram mais visualizações, quais podem ter sido rejeitados, entre outros. Os acessos podem ser medidos tanto pelo Youtube, quanto pelo Google Analytics, outra ferramenta gratuita do Google, que mapeia tráfego pelas páginas da internet. Ela consegue mapear a origem do acesso. As redes sociais também contam com ferramentas para esse tipo de análise.
  • Responder sempre aos comentários online sobre o conteúdo dos vídeos é um dever da empresa. A recomendação é que a conversa com a audiência seja o mais transparente e positiva possível, a fim de mostrar a preocupação da companhia. Essas dicas vão ajudar sua empresa a tirar maior proveito dos vídeos como ferramenta digital.

Pesquisa Nielsen Aponta Tendências Para o Varejo

O levantamento realizado aponta tendências na América Latina agrupadas em três segmentos: shopper, canais e produtos. O primeiro ponto abordado pela empresa reforça a importância de entendimento do shopper para definir as estratégias comerciais. Nesse ponto, são destacados os Baby Boomers, que é a geração de hoje – entre 50 e 64 anos -, e possui o consumo de 40% de PGC (produto de grande consumo); e os Millennials, que é a geração do futuro – estima-se que no ano de 2018, representarão a metade do consumo global e que em 2025 já sejam 75% da força mundial.

Fidelização do Shoppers - Os programas de fidelidade se institucionalizaram com o decorrer do tempo, convertendo-se hoje em um aspecto que é crucial no momento de ganhar um shopper. 82% dos shoppers asseguram que, provavelmente, escolheriam um varejista que lhes oferecesse um programa de fidelidade. Entretanto, apenas 46% dos varejistas oferecem algum programa, optando mais por descontos, eventos, entre outros. A pesquisa aponta também que os consumidores mudam constantemente de varejista ao encontrarem uma melhor oferta de preços (42%), outros buscam produtos com melhor qualidade (28%), melhor serviço (18%), melhor sortimento (7%) e melhores características (3%).

E-Commerce - O comércio eletrônico cresce mundialmente a uma taxa de 23% e parte significativa de consumidores globais estão dispostos a fazer suas compras em supermercados online. O mercado que mais acendeu no e-commerce, no último ano, foi a Ásia – Pacífico, seguida pela América Latina, que cresce a taxas de 21,5%, sendo o Brasil o país que mais impulsiona o crescimento, seguido pelo México. 9% dos compradores globais usam cupons virtuais e baixam os aplicativos dos varejistas para receberem informações e/ou promoções. Na América Latina, a média é de 10%, mas com possibilidades de crescer até 64%, de acordo com o Estudo Global de e-commerce da Nielsen.

Marcas Próprias - A marca própria representa, em nível global, 16,5% das vendas, de acordo com o Reporte Global Nielsen. Com 45%, a Suíça lidera o ranking de produtos de marca própria. Na América Latina, a líder em vendas é a Colômbia, com 15%, embora se tenha constatado crescimento em todos os países medidos pela Nielsen neste reporte (Argentina, Chile, Brasil, México, Venezuela, Peru). 81% dos consumidores preferem que a localização das marcas próprias seja ao lado das marcas comerciais, para assim encontrá-las mais facilmente. Outro dado aponta que 71% dos consumidores comprariam mais dessas marcas se houvesse maior variedade na oferta e 34% consideram que há uma excelente relação entre preço e qualidade.

Saudáveis - 51% dos entrevistados no Estudo Nielsen sobre Saúde e Bem-Estar consideram que estão acima do peso e 70% dos mesmos estão realizando algum tipo de dieta ou exercício físico para diminuí-lo. Esta é uma das razões pela qual a cesta de Saudáveis, ou Alimentos e Bebidas que têm benefícios funcionais ou representam um consumo mais light, cresce cada dia mais regionalmente.

Fonte: www.gironews.com