WholeFruit Evocao

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Desde 7 de junho de 2021 a Barry Callebaut colocou no mercado internacional um novo chocolate: o WholeFruit Evocao (https://www.wholefruitchocolate.com). De acordo a empresa, é um produto de origem sustentável, sem desperdícios, de rótulo limpo e sabor autêntico. Foi definida como uma nova categoria de chocolate feito do fruto de cacau 100% puro, sem açúcares refinados, lecitina, baunilha ou conservantes. O projeto foi elaborado em parceria com a marca Cabosse Naturals (https://www.barry-callebaut.com/pt-BR/manufacturers/cabosse-naturals), que colabora com 450 pequenas comunidades de cultivo de cacau, participantes do programa de sustentabilidade Cocoa Horizons (https://www.cocoahorizons.org), no Equador.

Para produção de chocolate, cerca de 70% do cacau é descartado e apenas as suas amêndoas são processadas para chegar ao produto final. Com o WholeFruit, a Barry aumentou o aproveitamento da polpa do cacau e conseguiu reduzir o desperdício do fruto em mais de 25%. A iniciativa pretende obter o selo Upcycled Certified (https://www.upcycledfood.org), uma certificação para ingredientes alimentícios reaproveitados, que será implementada este ano nos Estados Unidos pela Upcycled Food Association.

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O perfil sensorial, gosto e aroma, foi desenvolvido por técnicos da Cacao Barry junto a 30 dos melhores chefs do mundo. O primeiro produto da nova linha a chegar ao mercado é o WholeFruit Evocao, com 40% menos açúcar do que a maioria dos chocolates intensos e ao leite, adoçado apenas pela frutose da polpa do cacau. O perfil aromático vai da “polpa ao exótico frutado do cacau, além de uma acidez natural e marcante que confere um toque poderoso ao paladar”. Do Brasil, participou a chef chocolatier Renata Arassiro.

Maior aproveitamento do cacau não é necessariamente uma inovação ou novidade do mercado. Em 2019 a Nestlé lançou uma barra assinada pela marca KitKat (Cacao Fruit Chocolate). Em fevereiro de 2021 foi a vez da Lindt lançando a barra Cacao Pur com 82% de cacau e 18% de poupa em pó substituindo o açúcar. No Brasil a Casa Lasevicius  (@casa_lasevicius) também apresentou uma versão 100% cacau adoçado com mel de cacau (da polpa).

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O produto da Barry Callebaut está disponível em quantidades limitadas, inicialmente, na França, Reino Unido, Itália, Canadá, Estados Unidos, Brasil e Japão. O preço médio sugerido é de R$ 230 pelo pacote de 2,5 kg (R$ 92 o kg).

Na cidade de São Paulo, edições limitadas de receitas com WholeFruit Evocao estão disponíveis na Casaria (@casariasp – @chefdiegolozano), na Escola de Sorvete (@escolasorvete – @franciscosantanasorvete) e na loja Renata Arassiro Chocolates (@renataarassirochocolate).

Fontes: https://www.wholefruitchocolate.com | https://forbes.com.br/forbesesg/2021/06/chocolate-sustentavel-cacao-barry-feito-do-fruto-do-cacau-100-puro-chega-ao-mercado-brasileiro/

Imagens: https://www.wholefruitchocolate.com

Crema Baci

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O famoso bombom de chocolate Baci, conhecido pelo sabor de avelã e os bilhetinhos de amor, lançou na Itália um versão cremosa para concorrer diretamente com a Nutella, o CREMA BACI. O novo produto da Perugina, hoje de propriedade da suíça Nestlé, faz parte das comemorações, em 2022, dos 100 anos do histórico bombom. O novo CREMA BACI promete os mesmos ingredientes do bombom (chocolate e creme de avelã com pedacinhos de avelã picadas), a não utilização de óleo de palma, zero glúten e o famoso bilhetinho romântico.
 
Durante a pandemia, a venda desse tipo de produto aumentou em 50%, enquanto a Nutella registrou um crescimento de 70%.
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GOLPE DE MARKETING?

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O país envolto por crises sem precedências, porém, agora com gotas de esperança, devido a aprovação das vacinas emergenciais e a primeira brasileira sendo vacinada, entretanto, desviamos nossa atenção, comum nos tempos atuais, para o “golpe de marketing”. Mais uma vez a palavra marketing é demonizada e associada a mentiras e tudo mais que não presta. É usada para agredir, para reduzir a nada o que deveria ser comemorado.  

Para iniciar, precisamos entender que para fazer marketing, ou até mesmo promover “um golpe de marketing”, é necessário, inicialmente, ter estratégia e essencialmente ter um produto ou serviço. Temos um produto? Sim, temos! Temos o maior produto alvo do desejo de qualquer recorte demográfico, de qualquer população, de qualquer país. Marketing alimenta-se dos desejos e das necessidades, explicitas ou não, dos consumidores. Temos um produto, temos vacina chegando e precisa ter marketing, precisa ter exemplos, precisa ter campanhas que possam deixar nosso público-alvo confiante, seguro e bem informado.

Agora, quem não tem estratégia, quem não tem tática, quem não tem produto, quem não tem logística e também não tem vergonha, só pode ter golpes, e no momento, nada melhor do que rotular o lançamento do produto como “um golpe de marketing”. Política também é marketing, e quando o produto ou serviço frutos da política estão verdadeiramente a serviço da promoção da vida, que venham mais “golpes de marketing”.

Se você tem um excelente produto ou serviço que atenda o desejo do seu público-alvo, impulsione seu marketing e surpreenda seus consumidores com um grande e verdadeiro “golpe de marketing”.

PS: E faça fotos, muitas fotos, ao lado do seu produto e do seu público-alvo para divulgar nas suas redes sociais, sair nas TVs e nas primeiras páginas dos jornais …

TENDÊNCIAS: ENTRE INSETOS E TECNOLOGIAS

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O artigo abaixo foi publicado na Revista Panificação Brasileira – Edição de janeiro / 2020

2020 está praticamente iniciando e os grandes institutos de tendências mundiais já estão disparando suas previsões para o novo ano. Desde início de dezembro que já temos estudos indicando quais os caminhos para nossa comida do dia a dia em 2020. A feira ANUGA, realizada em outubro de 2019, em Colônia [Alemanha], foi marcada por grandes seminários sobre tendências e por uma grande área dedicada a discutir nossa comida em 2050 [ANUGA Horizon 2050 – Discover Tomorrow’s Food Mega Trends], onde podemos resumir a feira em quatro dimensões:

  1. Uso de Proteínas Alternativas – Insetos e plantas, especialmente, ganham importância como proteínas alternativas de um futuro que já iniciou. Evidentemente, comer insetos passa por processos culturais de adaptação do gosto. Ainda temos repugnância pela palavra “inseto”, mas provavelmente passaremos a degustá-los em formas menos visíveis, como por exemplo, em farinhas para serem agregadas em produtos diversos. Um pão francês, uma barrinha de cereal ou um bolo de fubá enriquecidos com farinha grilo. Ficção? Não, realidade. Iremos, ainda, passar a comer uma infinidade de plantas que ainda não estão no nosso cardápio, iremos inserir mais cerais e vegetais na nossa comida e iremos substituir produtos de origem animal por produtos de origem vegetal. Nada nos impedirá de usar e explorar trigo e cacau em todas as suas dimensões, misturando-os com outros produtos Plant-Based.
  1. Tecnologia Aplicada a Alimentação – Tudo vai estar, ou já está, interligado as tecnologias. Comer, além ter relação com afeto, prazer e saúde, também será um ato associado a tecnologia. Comidas nos chegam através de aplicativos, a tecnologia nas cozinhas e indústrias encurtam tempos e processo e podemos ser “chefs culinários” abrindo apenas embalagens e acionando dispositivos eletrônicos. A “internet das coisas” nos levará a futuros inimagináveis e as impressoras 3D para alimentos será um eletrodoméstico nos nossos lares.
  1. Sustentabilidade – Com seus impactos ambientais, sociais e económicos, sustentabilidade impacta todos os públicos alvos dos produtores alimentares. Não é modismo nem palavrinha para impressionar consumidor. Assim como qualidade, em breve, ou praticamos sustentabilidade com seriedade ou estaremos fora do mercado.
  1. Start-up – A indústria de alimentos está em constante processo de mudança, buscando sempre inovações e invenções, reflexo da evolução e das necessidades dos consumidores. Para empresas jovens, é muito mais fácil e rápido desenvolverem novas ideias e conceitos sem as amarras da tradicional industrial. Especialmente, o segmento dos produtos mais saudáveis (sim, a denominação correta deveria ser mais saudável, pois se lançarmos uma linha saudável, estamos atestando que nosso produto tradicional é lixo, algo não saudável, que não deveria ser comido) ganhou muito interesse das start-ups, e as start-ups estão na mira dos grandes grupos de alimentos, no mundo e no Brasil. Em 2019 os portais da Revista Exame e do G1 publicaram matérias chamando atenção para esse fenómeno, conforme resumo a seguir:
  • Em agosto 2015, a Jasmine foi comprada, por um valor não revelado, pela Nutrition et Santé, subsidiária francesa do laboratório farmacêutico japonês Otsuka, que fatura mais de 14 bilhões de dólares por ano.
  • A americana General Mills, que fatura 18 bilhões de dólares por ano, vem adquirindo marcas de produtos orgânicos para incrementar seu portfólio desde o fim dos anos 90. Em setembro/2019, pagou 820 milhões de dólares para se tornar dona da Annie’s Homegrown, empresa de alimentos orgânicos da Califórnia.
  • A fabricante americana de sopas Campbell ingressou nesse mercado em 2012, ao comprar uma empresa de sucos naturais. No ano seguinte, arrematou a Plum Organics, produtora de comida orgânica para bebês e crianças.
  • Lá fora já é comum que, antes de parar nas mãos das grandes, essas empresas recebam capital de investidores. Foi o caso da americana Food Should Taste Good, fabricante de salgadinhos sem glúten, colesterol ou gordura trans, que recebeu investimento do fundo Sherbrooke Capital em 2007 e foi vendida à General Mills em 2012.
  • No Brasil, já é possível ver os efeitos do impulso de investidores financeiros nessa área. A trajetória da Mãe Terra, com sede em Osasco, na Grande São Paulo, demonstra exatamente isso. Em 2013, a empresa vendeu 30% de seu capital ao fundo BR Opportunities, que tem o publicitário Nizan Guanaes em seu conselho consultivo. Com crescimento anual de 30% e valor não revelado, a Unilever comprou a Mãe Terra em 2017.

Voltando a realidade do novo ano, temos o Innova Market Insigths [www.innovamarketinsights.com], que divulgou as cinco principais tendências que impulsionam o desenvolvimento de “Sweets” e “Snacks”. São elas:

Storytelling: Winning with Words – Vencer com palavras através de histórias bem elaboradas que possam despertar interesse nos consumidores. Logicamente, histórias associadas a produtos excelentes.

The Plant-Based Revolution – A revolução do vegetal, que assume protagonismo importante, não somente para veganos e vegetaríamos, mais para qualquer consumidor que deseja um melhor equilíbrio à sua mesa. Some-se aqui, ainda, uma grande porção de sustentabilidade, devido a redução da proteína animal. A indústria do trigo e do chocolate com alto teor de cacau, sem leite, já está naturalmente inserida nesta tendência, desde que traga novidades e agregue outros ingredientes vegetais nas suas receitas.

The Sustain Domain – 10 em cada 10 institutos de análise incluem sustentabilidade como o grande drivedas tendências.

The Right Bite – Porções, minis porções, do tamanho da nossa mordida ou a mordida certa. Atenção para o que iremos embalar e vender em 2020.

Tapping into Texture – No campo sensorial, textura ganha importância. Excelente oportunidade para os produtos derivados do trigo com fermentação natural, rústicos, ancestrais, com inclusões de sementes, misturados com outros sereais, etc. A confeitaria, rica em texturas variadas, também poderá trazer um universo de possibilidades para consumidores ávidos por novidades sensoriais.

Se voltarmos um pouco no tempo, podemos citar três grandes acontecimentos mundiais que discutiram e apresentaram tendências e preocupações com o futuro da alimentação:

Setembro de 2015 – Líderes mundiais reuniram-se na sede da ONU, em Nova York, e decidiram um plano de ação para erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, a qual contém o conjunto de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável [ODS], afirmado que para pôr o mundo em um caminho sustentável é urgentemente necessário tomar medidas ousadas e transformadoras. Os ODS constituem uma ambiciosa lista de tarefas para todas as pessoas, em todas as partes, a serem cumpridas até 2030. Se cumprirmos suas metas, seremos a primeira geração a erradicar a pobreza extrema e iremos poupar as gerações futuras dos piores efeitos adversos da mudança do clima. As ODS 2, 3, 6 e 12, especialmente, apresentam relação direta com comer e beber.

Outubro de 2018 – Em Paris, França, o SIAL (Salão Internacional da Alimentação) apresentou o FUTURE LAB, trazendo quatro eixos de discussões: [1]alimentando 9,8 bilhões de pessoas em 2050: proteínas alternativas?, [2]a cozinha do futuro: comida caseira digitalmente assistida ou robôs?, [3]alimentação e saúde: produtos personalizados no futuro e [4]transparência, rastreabilidade: imperativos futuros.

Abril de 2019 – A discussão chegou ao Brasil através do Museu do Amanhã, Rio de Janeiro, com a exposição temporária PRATODOMUNDO – COMIDA PARA 10 BILHÕES, levantando um questionamento essencial para o futuro da humanidade: como alimentar, na década de 2050, uma população de 10 bilhões de pessoas com qualidade nutricional, diversidade de produção e sustentabilidade?

Até pouco tempo atrás, comida era apenas comida. Mas, hoje, comida é tudo menos “só comida”. Ela deixou de ser somente sustento para virar símbolo de ativismo, ética, posição política, luxo, status, bandeira de resistência e até motivo de discórdia entre tribos urbanas. As pessoas se sentem pressionadas a comprar e comer de forma sustentável, saudável e, acima de tudo, responsável, conforme apresentado no texto “Afirmações das particularidades individuais e evolução dos modelos alimentares”, do sociólogo da alimentação Jean-Pierre Poulain. Cabe a cada um, responsável pelo seu negócio de alimentação, seja uma padaria, confeitaria, chocolataria, restaurante ou qualquer outros operado do food serviço, formal ou informal, posicionar sua empresa de acordo com o seu publico alvo, mantendo-se atento e ligado nas tendências do comer e beber e no comportamento do consumidor.

Primor promove o Maior Bolo de Rolo de Caruaru pelo segundo ano consecutivo

Evento acontecerá no próximo dia 07 de julho e promete atrair milhares de pessoas

Poucas sobremesas representam tão bem um estado quanto o bolo de rolo pernambucano. E esta delícia ganhará uma versão gigantesca na edição 2018 da Festa do Bolo de Rolo Gigante. Pelo segundo ano consecutivo, a Primor, marca de margarina mais vendida do Nordeste, será uma das patrocinadoras da produção desta iguaria tão querida pela população local e também por turistas.

Em sua 4º edição, o evento é promovido pela União dos Criadores de Comidas Gigantes de Caruaru e organizado pelos irmãos Alda e Adalberto Carvalho. Conhecido também como “O Maior Bolo de Rolo de Caruaru”, a sobremesa terá entre seus ingredientes a margarina Primor, que trará ainda mais sabor e textura macia ao bolo de rolo.

Na edição de 2017, a festa atraiu milhares de pessoas, entre a população local e turistas, que vão à Caruaru para as festividades juninas.  “É uma honra para a Primor participar de um evento que representa a cultura regional como o Circuito de Comidas Gigantes. Este ano já estivemos no ‘Maior Cuscuz do Mundo’ e no ‘Maior Pé de Moleque do Mundo’ e a receptividade do público foi incrível. Estamos animados com a nossa participação no Maior Bolo de Rolo e ficamos felizes em poder contribuir com essa festa”, afirmou Rosangela Barbosa, gerente de marketing de margarinas de Bunge.  “Estamos completando sessenta anos em 2018 e, durante todos esses anos, Primor levou aos lares nordestinos um produto que alia qualidade e praticidade à todos que fazem suas receitas com primor. Somos líderes em vendas no Nordeste e esse tipo de evento traduz nosso conceito de carinho e cuidado no preparo de pratos deliciosos, e é também uma ótima oportunidade de interagirmos com nosso consumidor”, completa.

A Festa do Bolo Gigante acontecerá no próximo dia 07 de julho (sábado), na rua Barão de Caruaru, no bairro do Salgado, a partir das 18h.

Ref: In Press Porter Novelli

 

Chocolates do Brasil ganham destaque em prêmio internacional

Oito marcas brasileiras de chocolate, a maioria de produção bean to bar, são premiadas pela Academy of Chocolate, de Londres; entre os premiados estão Luisa Abram, Mission e Baianí

Ref: http://paladar.estadao.com.br/noticias/comida,chocolates-do-brasil-ganham-destaque-em-premio-internacional,70002311220 (Confira todos os resultados da premiação no site da Academy of Chocolate)

Barras de chocolate feitas no Brasil tiveram destaque no prêmio internacional Academy of Chocolate, anunciado em Londres na semana passada, com três medalhas de ouro. A premiação, criada em 2005, recebeu neste ano um recorde de cerca de 1.200 inscrições de 45 países. Segundo o concurso, houve um crescimento na inscrição de pequenos produtores com cacau de origem.

Entre os vencedores brasileiros, também uma presença recorde do País nesta premiação, estão cinco marcas da Associação Bean to Bar Brasil (Luisa Abram, Mission Chocolates, Baianí, Mestiço e Gallette), além de Chocolat du Jour, Vila Chocolat e Mendoá. Concorreram com eles chocolates prestigiados como os norte-americanos Dandelion e Dick Taylor.

A premiação, que conta com 15 dias de degustação, é dividida em cinco categorias: barras, bebidas, bombons, pastas e embalagens (e várias subcategorias). Dentro de “barras”, o maior destaque foi o ouro levado por Luisa Abram com sua barra Rio Acará 70% na subcategoria “barra escura (sem leite) com menos de 80% de cacau”. “Essa é uma categoria muito competitiva, e é a primeira vez que um brasileiro ganha”, comemora Luisa, que se inscreve há três anos.

As outras duas medalhas de ouro ficaram com Arcelia Gallardo, da Mission Chocolates, com a barra Three Theos (com cupuaçu) na subcategoria “barra escura (sem leite) com inclusões”, e na categoria “embalagens de barras”. As embalagens de Arcelia, que se inscreveu pela segunda vez, são feitas nos Estados Unidos, sua terra natal, de onde ela se mudou para o Brasil há três anos. “Pensei em homenagear a floresta brasileira, então as embalagens tem pássaros, flores, árvores.”

Entre as medalhas de prata, levaram prêmio as marcas Mestiço e Baianí. “Está todo mundo em polvorosa na associação”, conta Juliana Aquino, da marca Baianí, sobre seus outros colegas da Associação Bean to Bar Brasil também premiados. “Foi o primeiro prêmio em que me inscrevi na vida. O primeiro ano do meu chocolate”, conta ela sobre o Baianí, lançado neste ano.

Em subcategorias variadas, levaram medalhas de bronze as marcas Luisa Abram, Mission Chocolates, Baianí, Mestiço, Gallette, Mendoá, Vila Chocolat e Chocolat du Jour. A Chocolat du Jour participa desde 2015 e desde lá arrebatou alguns prêmios, entre prata e bronze.

Confira abaixo as categorias do concurso e as barras brasileiras premiadas:

 Categorias 

  1. BARRAS

1.1 Barra escura bean to bar (80% de cacau ou mais, sem leite)

Luisa Abram Rio Purus 81% (BRONZE)

1.2 Barra escura bean to bar (menos de 80% de cacau, sem leite)

Luisa Abram Rio Acará 70% (OURO)

Mission Chocolate Porto Rico Late Harvest 72% (BRONZE)

1.3 Barra bean to bar ao leite

1.4 Barra bean to bar branco

1.5 Barra de chocolate escuro (sem leite) com inclusão

Mission Three Theos (cacau, bicolor, cupuaçu) (OURO)

Mestiço 62% com café (PRATA)

Baianí 70% Trinitário com raspas de laranja (BRONZE)

Mendoá 60% com gengibre (BRONZE)

Vila Chocolat 75% com licuri e rapadura (BRONZE)

1.6 Barra de chocolate ao leite com inclusão

1.7 Barra de chocolate branco com inclusão

1.8 Barra de tree to bar

Baianí 70% Trinitário (PRATA)

Chocolat du Jour 45% Pratigi (BRONZE)

Chocolat du Jour 53% orgânico (BRONZE)

Mestiço 35% branco (BRONZE)

Mestiço 75% trinitário (BRONZE)

Mestiço 81% catongo e forastero (BRONZE)

  1. BEBIDAS COM CHOCOLATE
  2. BOMBONS

Gallette com bombom de jabuticaba (BRONZE na subcategoria de bombons com ganache frutada, floral ou de especiarias)

Chocolat du Jour com disco de chocolate amargo e maracujá (BRONZE na subcategoria de outros caramelos)

Mission Chocolate com drágeas bicolores de theobroma (BRONZE na subcategoria de outros bombons)

Mission Chocolate com discos de cacau, cupuaçu e bicolor (BRONZE na subcategoria de outros bombons)

  1. PASTAS/ CREMES
  2. EMBALAGENS

Mission Chocolate (OURO em embalagens de barras)

J. Macêdo investe R$ 350 milhões na Bahia

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Fonte: http://www.sm.com.br/detalhe/ultimas-noticias/j-macedo-investe-r-350-milhoes-na-bahia

A J. Macêdo, fabricante de farinha de trigo e massas, dona das marcas como Dona Benta, Sol, Petybom e Boa Sorte, inaugurou em Salvador, no dia 27/10, um novo sistema de descarregamento de grãos de navios. A obra de modernização do terminal de grãos do Porto de Salvador demandou um aporte de R$ 27,5 milhões. O recurso faz parte de um investimento total de R$ 350 milhões na Bahia, iniciado em 2014 e com previsão de conclusão no primeiro semestre de 2018.

O sistema inaugurado hoje vai dobrar a capacidade de descarregamento de grãos, para 7,2 mil toneladas por dia. A J. Macêdo comprou equipamentos fabricados pela suíça Bühler, para modernizar a estrutura de descarregamento de grãos.
“A companhia está muito confiante na recuperação da economia nos próximos dois anos e está se preparando para atender à demanda no futuro”, afirmou Luiz Henrique Lissoni, presidente da J. Macêdo, em entrevista por telefone.

O executivo acrescentou que o novo sistema de descarga de grãos reduz pela metade o tempo de descarga e de atracagem dos navios no porto. E poderá ser usado por outras companhias que façam descarga de grãos no porto de Salvador. “O volume de trigo descarregado pela J. Macêdo nesse porto é superior a 230 mil toneladas por ano. Este ano estamos quase em 160 mil toneladas”, acrescentou o executivo.

Lissoni disse que todo o plano de expansão da J. Macêdo vai trazer ganhos de produtividade à companhia a partir de 2018, mas não citou de quanto será esse ganho. O plano de expansão no Estado inclui a ampliação do Moinho Salvador, localizado em frente ao terminal portuário, e a modernização de fábricas de massas e biscoitos em Simões Filho, na região metropolitana de Salvador.

O Moinho Salvador terá um investimento total de R$ 103 milhões para automatização dos processos de produção. As obras começaram em 2014, com a instalação de seis silos de trigo, com capacidade para 28 mil toneladas. A obra está prevista para ser concluída em julho de 2018. Com esse investimento, a capacidade de moagem de trigo da fábrica será ampliada de 920 toneladas por dia para 990 toneladas por dia.

A J. Macêdo também faz um investimento de R$ 220 milhões na ampliação da capacidade de produção do complexo fabril em Simões Filhos. O complexo terá capacidade para produzir 82,5 mil toneladas por ano de massas e biscoitos, volume 120% maior que a capacidade atual. O projeto engloba também a ampliação do centro de distribuição em Simões Filho, passando de 4,5 mil metros quadrados para 6 mil metros quadrados.

Em setembro, a companhia já havia anunciado um investimento de R$ 74,1 milhões na ampliação do Moinho Fortaleza, na capital cearense, com modernização da fábrica e construção de quatro silos para armazenar grãos. A previsão é que esse projeto seja concluído em fevereiro de 2018.

Em São José dos Campos (SP), a J.Macêdo também ampliou seu complexo de produção de massas e fermento, com a instalação de uma unidade de misturas de bolos e sobremesas. A unidade demandou investimento de R$ 45 milhões e tem capacidade para produzir 7 mil toneladas por mês.

Os investimentos são feitos com recursos do BNDES e financiamentos bancários. De acordo com a Nielsen, a J. Macêdo lidera o mercado de farinha de trigo, com 23,7% de participação de mercado em valor. A empresa também lidera a categoria de misturas para bolos, com 19,7% do mercado, e ocupa a terceira posição no mercado de massas alimentícias, com 8,9% de participação.

Cervejaria Urbana Lança Cerveja com Lactose

A Cervejaria Urbana lança a Teta, cerveja do estilo Milk Brown Ale. Segundo a companhia, elaborada com malte de cevada, lúpulo e lactose, a cerveja ainda conta com flocos de milho e tem final levemente adocicado. “Há muito tempo esperávamos a liberação do Ministério da Agricultura para fabricarmos esta bebida”, conta André Cancegliero, sócio-proprietário da Cervejaria Urbana. De acordo com Cancegliero, a bebida também possui café e chocolate e não é enjoativa. Com 6,9% de teor alcoólico e amargor na casa dos 40 IBUs, a lata de 473 ml chega aos pontos de venda pelo preço médio de R$30. Inicialmente, serão produzidos 1,8 mil litros da artesanal, que, por exigências técnicas, será classificada como bebida alcoólica mista.

Fonte – gironews.com

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Ícones que Marcam

Dia 16 de novembro, as 19 horas, no Centro Cultural da FIESP (Av. Paulista, 1.313).

Lançamento da exposição Ícones que Marcam. Na mesma ocasião será lançado um livro com o mesmo nome. O texto é do Evandro Piccino e as fotos são do Giacomo Favretto.

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