• Semana Mesa São Paulo

    128f59_1b686bc3573940f69fe58d1297b95e73~mv2_d_3858_2756_s_4_2   PROGAMAÇÃO

    • Empório MESA - Espaço com degustação de vinhos e demais produtos.

    • Farofa do Brasil - Espaço com estandes de 10 Estados brasileiros oferecendo os pratos e produtos mais emblemáticos das regiões, incluindo o Espaço Sabor de São Paulo. Atrações musicais. No domingo, programação gratuita de cozinha saudável e atividades no Espaço Infantil Farofinha (das 13 :00 às 17:00).

    • Sabor de São Paulo Edição especial com os 30 estabelecimentos que oferecem o melhor da culinária pratos serrana, caipira e caiçara do Estado de São Paulo.

    • MESA Tendências - Congresso Internacional, no qual chefs do Brasil e do mundo exibem toda a riqueza e as novidades do cenário gastronômico e de seu futuro.

    • MESA ao Vivo - Mais de 80  aulas práticas, com chefs, padeiros, doceiros e especialistas  de todo Brasil, que se transformam na edição da revista Prazeres da Mesa de dezembro. Você degusta antes.

    • MESA Vinhos - Fórum de vinhos.

    • Pop Up - No Mesa Tendências, entre uma aula e outra, atores da cena gastronômica intervêm com drops de superextratos de informação.

    • III Prêmio Queijo Brasil - Palestras, degustações e premiação que enaltecem e fortalecem os queijos artesanais de todos os cantos do Brasil.

    • Jantares  Magnos - 4 Jantares fantásticos distribuídos em restaurantes icônicos da cidade, comandados por chefs internacionais e brasileiros.

      Mais Informações - semanamesasp.com.br / 26 a 28 de outubro de 2017 / Memorial da América Latina

  • Mapa de Feiras Orgânicas do Brasil

    Mapa de Feiras Orgânicas, idealizado pelo IDEC, com apoio do MDS e outros parceiros, tem funcionado como ferramenta de visibilidade, para que os produtos orgânicos possam ser mais acessíveis aos consumidores. O Mapa visa encurtar o caminho do consumidor até o produtor para ampliar o acesso aos alimentos orgânicos. A ferramenta tem justamente este propósito: criar relações mais próximas e saudáveis entre as pessoas (consumidores e agricultores) sem prejudicar o meio ambiente. Para fomentar os canais alternativos de comercialização, o Mapa localiza:

    • Feiras Orgânicas ou Agroecológicas: Feiras são os espaços mais antigos de comercialização e que ainda resistem em alguns municípios. São uma ótima alternativa da compra direta com o produtor, pois diminuem intermediários no processo (e, consequentemente, o preço), estimulam a autonomia do produtor e valorizam a produção local de alimentos.
    • Grupos de Consumo Responsável: São iniciativas de consumidores organizados que se aproximam de produtores e, juntos, propõem comprar produtos de uma forma diferente da que ocorre no mercado tradicional, pois agregam preocupações com as questões sociais, ambientais e de saúde, da produção até o consumo. O propósito desses grupos é fomentar o consumo diretamente do produtor, seja simplesmente através da aquisição de cestas de alimentos orgânicos ou do financiamento dos produtores. Este último arranjo é conhecido como Comunidade que Sustenta a Agricultura (CSA).
    • Comércios Parceiros de Orgânicos: São iniciativas que ocorrem diretamente entre consumidor e agricultor ou com apenas um intermediário. Essa relação deve ser transparente e justa, com preços que possam cobrir as despesas operacionais.
    Endereço abaixo:

    https://feirasorganicas.org.br/

    Mapa

  • Unilever compra empresa Mãe Terra, de produtos saudáveis

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    A Unilever anunciou a compra da marca brasileira de snacks naturais e orgânicos Mãe Terra, por um valor não divulgado.

    Criada em 1979 pelo empresário Alexandre Borges, a empresa crescia a taxas superiores a 30% ao ano, com um portfólio que inclui cereais, biscoitos, snacks e produtos culinários. O perfil da companhia, aliado ao potencial de mercado, foi o que teria motivado a compra.

    De acordo com a Euromonitor, o segmento tem valor estimado em mais de oito bilhões de euros no Brasil. O país é o quinto maior mercado de alimentos e bebidas saudáveis no mundo, com 79% dos consumidores considerando saúde e nutrição como prioridades. A marca crescia graças ao aumento de ofertas, como barras de cereais e produtos assinados pela Bela Gil, combinado ao esforço em expansão logística, diz relatório da Euromonitor. Com a Unilever, a expansão deverá ser ainda mais rápida.

    Fernando Fernandez, presidente da Unilever Brasil, afirma em comunicado que a aquisição fortalecerá o portfólio da gigante por aqui “permitindo que aceleremos nossa expansão nos segmentos naturais e orgânicos que crescem de forma importante”.

    Alexandre Borges, CEO da Mãe Terra, afirma que com a aquisição a Unilever vai “acelerar a missão de trazer alimentos naturais e orgânicos a um número maior de pessoas no Brasil”.

    Borges continuará como diretor geral da companhia, que será gerenciada pela nova dona.

    Fonte: Portal Exame Negócios

  • EXPERIMENTA – Comida, Saúde e Cultura – SESC São Paulo – Outubro 2017

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    https://www.sescsp.org.br/online/artigo/11341_EXPERIMENTA+COMIDA+SAUDE+E+CULTURA

  • Do Site do IDEC (www.idec.org.br)

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    Peça que os senadores da Comissão de Assuntos Sociais e o presidente Michel Temer não reduzam a exigência para a rotulagem de transgênicos no Brasil

    A rotulagem de alimentos transgênicos está ameaçada. Diga não a esse ataque ao direito à informação!

    No dia 19/09, os senadores da CRA (Comissão de Agricultura e Reforma Agrária) aprovaram o PLC (Projeto de Lei da Câmara) 34/2015, que retira o símbolo T de produtos que contenham transgênicos em sua composição.

    A aprovação do Projeto foi feita a partir de uma manobra conhecida como “extrapauta”: o relator do PLC na Comissão, senador Cidinho Santos (PR/MT), com apoio de outros parlamentares, incluiu o assunto nas discussões do dia sem que o mesmo estivesse presente na pauta oficial, que precisa ser divulgada com dois dias de antecedência.

    Com a aprovação na Comissão de Agricultura, o PLC 34/2015 será encaminhado para a Comissão de Assuntos Sociais, atualmente presidida pela Senadora Marta Suplicy (PMDB/SP).

    Além disso, segundo uma notícia veiculada no dia 25/08, pelo jornal O Globo, o presidente Michel Temer pode assinar, a qualquer momento, um decreto, inspirado no PLC 34/2015, preparado pelo Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para retirar a obrigação de uso do símbolo T no rótulo dos alimentos e rações animais.

    Para o Idec, essas ações contra os consolidados direitos básicos dos consumidores, assim como outras medidas obscuras e violadoras da democracia, precisam ser rejeitadas pelas demais comissões do Senado Federal.

    A aprovação do PLC, ou do decreto, representam um grave retrocesso e uma afronta aos direitos dos consumidores, pois impedem a informação clara e precisa sobre o uso de ingredientes transgênicos nos produtos alimentícios.

    Como defender a rotulagem dos transgênicos?

    Acessar o site https://idec.org.br.

    O Projeto de Lei

    O PLC 34/2015, de autoria do deputado Luiz Carlos Heinze (PP/RS), altera a Lei de Biossegurança para que sejam rotulados apenas alimentos que contenham 1% ou mais de transgênicos em sua composição. E mais: o uso de transgenia precisará ser comprovadamente detectado por meio de análise em laboratório.

    O problema é que DNAs transgênicos não são detectáveis em alimentos processados e ultraprocessados. Ou seja, a rotulagem passa a depender de um teste que não identifica muitos dos produtos que levam transgênicos.

    Assim, corremos o risco de passar a consumir alimentos transgênicos sem saber e, com isso, perderemos o poder de escolher por um produto sem qualquer presença desses organismos.

    Mobilização Social

    Além da resistência no Senado e no Poder Executivo, há bastante mobilização e pressão da sociedade para que a proposta que reduz a exigência para a rotulagem de transgênicos não seja aprovada.

    O Idec mantém esta campanha desde 2008, quando o PLC foi proposto, e já coletou mais de 94 mil assinaturas contra o fim da rotulagem de transgênicos.

    Além disso, mais de 15 mil pessoas já se manifestaram no portal do Senado e mais de 20 moções de repúdio foram oficialmente enviadas aos senadores defendendo a rejeição do PLC 34/2015.

    PANORAMA DO USO DE TRANSGÊNICOS NO BRASIL

    Atualmente, o Brasil é o segundo maior produtor de Transgênicos do planeta, tendo como transgênicos cerca de 94,2% da soja e 84,6% do milho cultivados em seu território (fonte).

    A introdução de transgênicos na natureza ameaça seriamente a nossa biodiversidade, já que este modelo privilegia a monocultura, que carrega impactos como a pouca variedade de fauna e flora e a consequente degradação do solo, dentre diversos outros problemas. Além disso, as alterações no patrimônio genético das nossas plantas e sementes estão diretamente ligadas ao aumento do uso de agrotóxicos: muitas sementes são modificadas para que sejam resistentes a estes produtos químicos, que passam a ser usados indiscriminadamente nas plantações.

    Dessa forma, a agricultura e os agricultores tornam-se reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e a saúde de agricultores e consumidores é colocada em risco. Assim, enquanto produtores de orgânicos precisam passar por um rigoroso processo de fiscalização para provarem a qualidade dos alimentos, produtores convencionais têm seus produtos circulando com facilidade no mercado.

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